Lá se vai mais um ano recheado de acontecimentos marcantes e falsidades. Promessas do réveillon passado se frustraram na correria do cotidiano de 2012, assim como já acontecia ano após ano, todos os anos. Certamente as pessoas que pulam sete ondinhas devem sempre pedir as mesmas melhorias no decorrer dos anos. Mas por que isso ocorre? Penso que é porque as pessoas achem que a responsabilidade de realizar se baseia apenas e pedir e não fazer. Há alguns anos já não peço nada, simplesmente desejo aos amigos.
2012 foi o ano da maior brincadeira de mal gosto desde 1999. O fim do mundo não aconteceu e a televisão sacaneou todos com suas programações de fim de mundo. O mundo não acabou, todo mundo ficou com medo e, mesmo assim, os idiotas continuam consumindo informações imbecis que representam 99,9% do que é veiculado por toda a mídia aberta no Brasil e também no mundo. O décimo restante que não é conteúdo imbecilizante é o Colorbar.
Foi ano de eleição para prefeitos no Brasil e presidência nos EUA. A quantidade de idiotas que se candidataram foi enorme, e alguns deles foram eleitos. Algumas múmias caíram fora do mandato, algumas se mantiveram, continuando seu prazeroso trabalho de bonequinhos da maçonaria - por sorte isto não se aplica a Rio Claro.
Neste ano que termina houve a reviravolta dos integrantes do Pcc que ameaçaram a civilização paulista, saqueando, vandalizando e assassinando. Não me admiro com as notícias que se passam sobre isso. O que mais me impressiona é a visão dramática que a mídia coloca em atitudes milenares do ser humano. O Estado quer uma população amedrontada e não pessoas ativas. O que você pensaria de um governo em que a polícia é assassinada em casa? Enfim, a questão do Pcc é muito mais fácil de se resolver, no meu ponto de vista, mas aí seria necessário deixar os direitos humanos no porta-luvas, mas resolveria. As cadeias superlotadas, com homens pensantes lá dentro e desocupados líderes de quadrilha são o berço de toda esta baderna, enquanto há seres não pensantes ocupando cadeiras super importantes nas câmaras do país todo, inclusive no Supremo.
Só o que desejo à maioria das pessoas que considero intelectualmente fracas é que sejam menos burras no ano seguinte, mas isso não falo abertamente, porque falar que a pessoa é burra é bullying e eu posso ser preso por tentar ajudar a pessoa. Chamar alguém de burro é algo que me deixa engasgado boa parte do tempo. Não chamar alguém de burro ou imbecil impede a pessoa de melhorar, e é exatamente isto o que o governo quer, uma verdadeira besta. E lá se vai mais um ano de bestas desvairadas encoleiradas.
2012 foi mais do mesmo e 2013 vai dar continuidade à saga dos imbecis.
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Um comentário:
Aplausos em pé.
Sempre me surpreendo com seu ponto de vista.
Tassiana
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